quarta-feira, 30 de março de 2011

IDENTIDADE, DIFERENÇA E DIVERSIDADE

Campinas dia 26 de Abril de 2011.


Marcos Henrique
Aluno Mestrado em Educação Social 
Prof. Norma



IDENTIDADE, DIFERENÇA E DIVERSIDADE: MANTER VIVA A PERGUNTA


Este texto trata-se da reflexão a partir das palavras, onde aprofunda no tema identidade das diferenças e diversidades, a diferença segundo o autor é a forma que uma coisa se distingue de outra e diversidade são as variantes espécies, números ou figuras. Estes termos são importantes estudar porque colocamos significados nas coisas e classificamos as, e dependendo da circunstância em que a colocamos, podemos classificá-las e representá-las na sociedade de maneira habitual, uma vez que somos culturalmente educados para repetir e reproduzir valores sociais, culturais e políticos.
Através de discursos, frases, palavras, construímos os sujeitos e os objetos da natureza, podendo estes se diferenciar tendo maior ou menos prestigio ou consideração de valor. Os valores sociais são construídos na educação que disciplina o ser homem e o transforma em cidadão.
O sujeito homem processa a sua identidade de acordo com a realidade que se encontra. A definição da educação não é homogênea uma vez que os indivíduos são diferentes com qualidades e prioridades onde as distinções, os classificam, como normais e especiais.
A perturbação que temos pelo mundo, é que as diferenças são tidas como defeitos, limitação e problema social. A identidade classifica os seres humanos onde as crianças perturbam os adultos, os pobres, os ricos, os fracos os forte em fim infinitas formas de diagnosticar as diferenças que causam conflitos sociais, porque somos educados a classificar e ser classificados no universo social.
O sujeito na sociedade, faz reflexão sobre sua imagem e o identifica como agente transformador, tendo a capacidade de alterar a sua situação social ou trabalhar para se manter o quadro de enquadramento que se encontra.
A identidade de um sujeito especial mesmo com a formação no meio de outros cidadãos ditos normais, possui metodologias que os identificam como pessoas especiais, isso as tornam desiguais, pois a educação de inclusão para os excluído cria um mundo paralelo de isolamento, que são inserido no meio social através de políticas inclusivas de cotas governamentais.
Nós seres humanos somos iguais perante a Deus, mas nos colocamos diferente perante outros homens da mesma espécie, raça, cor, sexo e deficiências. As negações da igualdade perante os homens os tornam pessoas capazes de criar políticas de exclusão, podendo estas ter inúmeras atitudes que releva essa forma de pensamento, sendo está a negligência, o abandono, o preconceito e a discriminação.
Estamos em falta de políticas públicas educacionais inclusivas, estás poderão amenizar os sofrimentos dos necessitados. As pessoas portadoras de cuidados especiais, fazem parte da sociedade, pertencem ao grupo de pessoas excluídas de problemas psicológicos, físicos e traumáticos. É necessário que sejam tratados como seres humanos não como indivíduos especiais que precisam de cuidados, pois isto irá vitimizar mais estes e fazer com que acreditem que são problema familiar e social. 
As escolas e os métodos de educação vêm a décadas reproduzindo alunos que não enxergam as invisíveis pessoas portadoras de deficiência físicas e mentais, além de não serem capazes de acompanhar as transformações e mudanças tecnológicas. Esse fato faz com que os alunos, não consigam perceber como o ensino encontra  ultrapassado precisando ser reformulado.
A globalização, o meio de comunicação em massa, os avanços tecnológicos possibilitam condições dos alunos a serem críticos e questionador, pois aumentou as condições de pesquisar e assim os conhecimentos. Desta forma é impossível normatizar a educação, uma vez que ela não está mais centrada nas cartilhas e livros didáticos, ela é transmitida e descoberta por outros seguimentos de comunicação.
A educação para todos não acontece, uma vez que a sociedade possui barreiras que fazem com que as informações chegam para apenas uma parcela da população, os valores de cidadãos não são para todas as pessoas, os diferentes, considerados pobres e deficientes são excluídos devido a falta de planejamento e política educacional.
Ser diferente contribui para ser desigual, essa desigualdade, contribui para formar grupos marginalizados, grupo de pessoas que se estão invisíveis e outros que são excluídos.
O sujeito homem que possui capacidade de ter conhecimentos múltiplos por serem iguais fazem questão de serem diferentes.
     O homem e a mulher nascem iguais, mas são hierarquizados, criando classes distinguindo e entre os sexos, masculino e feminino, isso acontece porque o homem assume uma posição social de trabalho que regula as relações. Desta maneira ele se posiciona a seu favor, com melhores benefícios na política e na social perante as mulheres, uma vez que o sexo masculino realiza uma política de competitividade no trabalho, este processo vêm se estendendo por gerações e gerações.
As mulheres percebendo a política de discriminação reagiram e buscaram migrar para o ensino, este as deu maior consciência, uma vês que para entrar no mercado de trabalho precisaram estudar e assim podemos dizer que as mulheres são o viés no sistema educativo, com a forte presença, desde da formação básica se estendendo para o ensino fundamental e médio atingindo o ensino superior, dando ao ensino uma identidade feminina na educação.
 O sujeito humano ao se tratar de estudo sobre a diferença e diversidade demonstra a complexidade das relações sociais que cria classes distintas e hierarquizadas.


  


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